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Gestação de alto risco: o que é e como lidar

Toda gravidez tem seus riscos, algumas em um grau maior e outras, menor. Com acompanhamento médico e os devidos cuidados, não haverá muito com o que se preocupar. Se você é gestante ou planeja engravidar, deve ficar atenta se está inserida no quadro de gravidez classificado como alto risco. A estimativa é de esta seja a condição de 15% a 20% das mulheres.

O termo pode assustar à primeira vista, mas a denominação de alto risco é utilizada pelos médicos quando qualquer aspecto da gestação sai do curso normal previsto.

Então o que significa gravidez de alto risco? Pode variar dependendo do histórico de saúde da gestante, mas na maior parte dos casos costuma indicar a possibilidade de que o parto seja prematuro. Além disso, pode alertar para complicações para a mãe e para o bebê, e riscos de interrompimento espontâneo da gestação.

Fatores que contribuem para a gestação de alto risco

Alguns pontos devem ser levados em conta na hora de analisar os riscos. Tanto a saúde como o histórico da mulher podem ter impacto direto na classificação de uma gravidez de alto risco. Doenças crônicas como hipertensão e diabetes, doenças cardíacas ou renais, infecções crônicas como hepatite e HIV aumentam as chances de complicações e de partos prematuros.

Histórico anterior de abortos espontâneos e até mesmo problemas anatômicos que possam dificultar o parto ou a sustentação do útero também elevam o risco. Sem contar a obesidade, o consumo de álcool, o cigarro, distúrbios metabólicos e a própria genética em si.

Apesar de não ter uma influência tão grande, a idade também pode contribuir para o quadro. Antes dos 18 anos ou depois dos 35 anos, a gravidez pode ser considerada de alto risco em função do estágio de maturidade do corpo.

Problemas que podem ocorrer durante a gravidez

De maneira geral, há um grupo de risco composto por mulheres que já tenham alguma doença antes de engravidar e outro formado por aquelas que iniciam a gestação saudáveis e desenvolvem problemas durante a gravidez.

Este segundo grupo poderá lidar com as doenças mais comuns como a diabetes gestacional (DMG) e a doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), conhecida popularmente como pré-eclâmpsia. Ambas costumam aparecer na segunda metade da gravidez. Ou seja, a gravidez pode começar com os riscos considerados baixos, já esperados, e evoluir para uma gravidez de alto risco.

Como controlar os riscos em uma gestação de alto risco

Para todas as gestantes, sem exceção, é imprescindível realizar o acompanhamento pré-natal clínico e diagnóstico. Aquelas que iniciaram uma gravidez normal do ponto de vista de riscos, estarão assistidas para identificar qualquer intercorrência que possa significar alto risco, e aquelas que já apresentam gravidez de alto risco estarão seguras sobre quais cuidados tomar durante os nove meses.

Neste último caso, a frequência das consultas costuma ser maior durante a primeira metade da gestação para avaliar melhor e mais de perto os riscos, além do monitoramento com medicação necessária, se for o caso. Também varia de mulher para mulher, assim como os cuidados que deverão ser tomados no dia a dia para adequar hábitos de alimentação e esforço físico, principalmente.

As condições do bebê na gravidez de alto risco

Inicialmente, existem duas situações que envolvem diretamente o bebê e que colocam a gestação no grupo de risco. A primeira é a reprodução assistida, quando a fertilização é in vitro e o corpo da mulher não tem a estrutura do ovário com produção de progesterona e estrogênio para sustentar a gestação naturalmente.

A segunda é quando acontece uma gestação múltipla, com mais de um bebê a caminho, que pode sobrecarregar o útero, pois de maneira geral a sua estrutura uterina é projetada para uma gestação por vez. Além da sobrecarga, há possíveis riscos de malformações ou de síndromes genéticas.

Com acompanhamento médico regular, todos os riscos deverão ser monitorados de forma a minimizar seus efeitos.

O nascimento em uma gravidez de alto risco

Quando o parto acontece de forma prematura, o bebê pode nascer com o peso abaixo do normal e estar suscetível a desenvolver infecções. Mesmo assim, nem sempre há necessidade de cesárea para o nascimento do bebê. O método deve ser utilizado se recomendado pelo seu médico ou se for uma escolha sua, sempre com o respaldo de um especialista.

A cesárea normalmente é recomendada como primeira opção quando há insuficiência esofágica ou cardíaca, malformações do feto, em decorrência da posição do bebê na barriga, entre outros fatores.

Planejar para prever os riscos

O momento ideal para engravidar é quando a mulher está saudável física e psicologicamente. Mas, como vimos, essa realidade não se aplica a todas elas. Por isso é tão importante realizar uma consulta pré-concepcional para avaliar a saúde e antecipar cuidados que podem controlar os futuros riscos da gestação. A partir da concepção o acompanhamento médico adequado continua sendo essencial para garantir a saúde e a segurança do bebê e da mãe mesmo em uma gravidez de alto risco.

Aqui na Clínica LGA Saúde, a gestante conta com o trabalho de excelentes profissionais em um pré-natal projetado para oferecer o tratamento que ela e o seu bebê precisam, do planejamento ao nascimento, para que os nove meses sejam vividos em plenitude.

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