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Infertilidade feminina: como identificar, prevenir e tratar

É comum que as pessoas gerem confusão com os termos “esterilidade” e “infertilidade”. A esterilidade é a total incapacidade de concepção e já se tornou um termo em desuso. Já a infertilidade não significa impossibilidade, mas sim dificuldade em conceber de maneira natural.

A chance de um casal engravidar é de cerca de 20% ao mês e, se considerada a taxa mensal cumulativa, chega a 80% ao ano. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera infértil um casal que não engravida depois de manter relações sexuais completas sem o uso de qualquer método contraceptivo durante 12 meses. As causas são diversas e podem ser por problemas no organismo feminino, masculino, em ambos, ou por causas desconhecidas.  

Causas da infertilidade feminina

Uma das causas que tem se tornado cada vez mais frequente da infertilidade feminina é a decisão tardia de ter um filho. A taxa de gestações entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5% para 30,8%, segundo o IBGE. A idade influencia na fertilidade porque as mulheres já nascem com todos os folículos, que irão amadurecer e liberar os óvulos ao longo da vida. Assim, quanto mais envelhecem, mais os óvulos apresentam probabilidade de serem incapazes de gerar uma gravidez.

O consumo de bebidas alcoólicas, o tabagismo, a ausência ou o excesso de exercícios físicos, uma dieta desequilibrada, a falta de sono e o estresse são algumas das causas comportamentais de infertilidade possíveis de serem revertidas com a adoção de hábitos saudáveis.

Muitas vezes, a dificuldade de engravidar pode ser proveniente de alguns fatores hormonais, sendo os mais comuns:

  • Distúrbios menstruais e na ovulação;
  • Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP);
  • Endometriose;
  • Infecções nas trompas ou tubas uterinas;
  • Espessamento do muco cervical que impede a passagem dos espermatozoides;
  • Infecção no colo do útero.

As doenças sexualmente transmissíveis devem ser prevenidas e, quando adquiridas, tratadas rapidamente pois podem também ser causadoras de infertilidade. É também importante observar quando a mulher apresenta baixo peso, que pode indicar uma saúde debilitada, e obesidade, que desestimula a produção dos hormônios femininos.

Para detectar a causa a mulher deve, primeiramente, conversar com seu ginecologista, pois muitas vezes esse profissional resolve a questão.

Diagnóstico da infertilidade feminina

Tanto o homem quanto a mulher devem passar por exames físicos completos e análise de sua história clínica a fim de identificar a possível origem da infertilidade do casal. Entre os exames na mulher, a primeira etapa avalia a ovulação, traça um perfil hormonal da paciente com dosagens dos hormônios FSH, LH, estradiol e prolactina além de poder também realizar uma avaliação da glândula tireóide.

Se detectado algum sinal de disfunção ovulatória, estruturas orgânicas como o canal cervical, a cavidade uterina e as tubas uterinas também deverão ser analisadas por meio de exames de imagem específicos para identificar suas causas.

Tratamentos para infertilidade

Cada vez mais a infertilidade deixa de significar que um casal não terá filhos. Uma série de tratamentos registrados por publicações científicas mostram experiências bem-sucedidas, e observações de casos na vida real também mostram que é possível realizar o sonho de ter um bebê.

Hoje em dia os tratamentos para infertilidade são divididos em tratamentos de baixa complexidade, como a inseminação intrauterina e a indução da ovulação com coito programado, e tratamentos de alta complexidade, como a fertilização in vitro.

A indução da ovulação combinada com o coito programado é o tratamento de baixa complexidade menos invasivo e que pode ser orientado pelo seu próprio ginecologista. Consiste em um método que orienta o uso de medicações que funcionam como estimulantes ovarianos e induzem o crescimento folicular e, consequentemente, a ovulação.

A evolução do crescimento do folículo é acompanhada por meio de ultrassonografias endovaginais seriadas com o objetivo de identificar qual o provável período da ovulação. A partir dessa identificação acontece a orientação ao coito programado: o período mais adequado no qual o casal deve manter relações sexuais com maior frequência na busca pela concepção.

O acompanhamento e controle após o estímulo também são importantes para medir sua intensidade e o efeito da medicação de modo a evitar a ocorrência potencial de gestações múltiplas (estimulação de múltiplos folículos).

A indução da ovulação combinada com o coito programado é um tratamento seguro, mundialmente conhecido e utilizado, que há anos ajuda casais a engravidar. Como todo tratamento médico, há indicações particulares para cada caso.

Prevenção da infertilidade feminina

Apesar das causas da infertilidade serem variadas, algumas medidas podem ser preventivas para facilitar a gravidez. A adoção de hábitos saudáveis, com uma dieta balanceada para a alimentação, além da prática adequada de exercícios físicos e tempo ideal para o sono. Isso também ajuda a manter o peso e, consequentemente, o equilíbrio hormonal. Em relação ao tabagismo, a recomendação é parar de fumar pelo menos dois meses antes de iniciar a tentativa de engravidar.

Não espere muito! Lembre-se das limitações do ciclo reprodutivo e da importância de preservar a fertilidade natural. Pratique sexo seguro durante toda a vida e realize exames periódicos para manutenção de sua saúde.

Saúde e bem-estar

Mantenha o acompanhamento com seu ginecologista sempre frequente, principalmente no momento em que desejar engravidar. Saiba que é importante realizar uma consulta pré-concepcional antes mesmo de iniciar a tentativa da concepção para que sua saúde possa ser avaliada e doenças possam ser evitadas ou controladas, diminuindo os riscos de malformações fetais. Seja adepta de práticas que zelam por sua saúde, conforto e bem-estar. Estes são os mesmos princípios que regem o trabalho dos especialistas da LGA Saúde. Aqui você encontra uma equipe médica humanizada para cuidar da sua saúde e ajudar na realização do seu desejo de conceber.

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